Documento rasurado motiva pedido de abertura de sindicância

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Na sessão plenária do dia 7 de novembro, o vereador Luis Fernando Torres (Boca – PT), se pronunciou a respeito da saúde, afirmando que enquanto os vereadores buscavam informações sobre o caso da oncologia, o Secretário de Saúde estaria na Patagônia e a secretária adjunta estaria em viagem, no estado de Santa Catarina.

Já na sessão desta semana, 14 de novembro, a mesa diretora do Legislativo leu uma carta, enviada pela secretária adjunta, justificando sua possível folga e viagem. O documento apresentava algumas críticas ao vereador, que fez uso da tribuna para responder.

De acordo com a carta, a secretária adjunta reforça que nas referidas datas, 31 de outubro e 1º de novembro, estava de folga. “No dia 31 de outubro de 2017, fui viajar sim, viagem custeada com o meu dinheiro, porque tenho folgas em haver”. Em anexo a carta, foi enviado uma cópia do livro ponto.

Ainda conforme o documento, a secretária adjunta relata que a Secretária de Saúde não ficou desamparada, tendo em vista que o responsável pela pasta estava trabalhando nos dias 31 de outubro e 1º de novembro. “Nunca deixei de cumprir minhas obrigações como funcionária pública. Espero que o vereador Luis Fernando Torres trabalhe a serviço da comunidade, para resolver os interesses dela e não para promoção pessoal em redes sociais como fez”.

Diante disso, o vereador rebateu as críticas e também relatou alguns problemas enfrentados no Pronto Atendimento. “A única coisa que eu fiz, foi ler o Facebook dela, para todo mundo ver, o qual é público, eu não fiz nada ilegal. É livre, está aberto. Covarde o que ela fez em mandar isso aqui. Ela tem um cargo de secretária adjunta, tem que ter dedicação exclusiva com o município. Mas o pior de tudo é uma pessoa me mandar uma cópia de uma ata, inclusive solicito que o senhor prefeito abra uma sindicância, como se apresenta um documento falsificado, rasurado? Um livro ponto rasurado. Quero que conste em ata o meu pedido de abertura de sindicância, porque falsificar o livro ponto é uma coisa muito grave”.

 

Por Carol Petrin – MTE 17.708/RS

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